Espetáculo “The Show Must Go On” no Teatro Bradesco

IMG_9022

Como temos um blog que fala, na maioria dos posts, sobre amor e vida a dois, muitas vezes acabamos não expondo tanto nossa opinião e gostos pessoais sobre outros assuntos, até mesmo por falta de tempo… Em breve faremos um vídeo sobre nós contando algumas curiosidades. Mas enquanto isso, já vamos adiantando que uma delas é que gostamos MUITO de rock, principalmente das bandas clássicas e mais antigas!

A banda God Save the Queen é reconhecida e consagrada mundialmente como o cover mais fiel do Queen que, na nossa opinião, foi uma das melhores bandas de todos os tempos. Infelizmente, como jamais teremos o prazer de ir a um show da banda original, quando surgiu a oportunidade de estarmos presentes num tributo tão bom, ficamos bastante contentes e empolgados! A banda God Save The Queen é argentina e foi formada em 1998 por: Pablo Padin, Francisco Calgaro, Ezeguiel Tibaldo e Matias Albornoz. Nesse espetáculo, intitulado de “The Show Must Go On”, a banda reuniu numa turnê mundial, os maiores sucessos para serem apresentados num show dinâmico e contagiante! (mais…)

Pare de ser mimado e lute pelo seu relacionamento!

 

ea67a061506f3f10afa1b627c48ad8dd12

Uma vez li em algum lugar que os relacionamentos são como as casas: quando uma lâmpada queima você não muda de casa, você troca a lâmpada. Nunca esqueci disso. Sobretudo porque às vezes acho que as pessoas não estão tendo saco para trocar lâmpadas, nem para cuidar de casa nenhuma.

Claro que não venho aqui com um discurso antiquado e equivocado, dizendo que as pessoas devem aceitar viver em relacionamentos infelizes. Isso nunca. A vida é muito curta. O que venho me perguntando é se as pessoas não estão jogando a toalha cedo demais.

Me pergunto se as pessoas não estão confundindo os relacionamentos da vida real com os dos finais de filmes. Até porque os filmes não se preocupam em nos mostrar que o “felizes para sempre” é uma construção permeada por alguns dias infelizes e não um conto de fadas hipócrita.

Fico pensando: se as pessoas investissem muito dinheiro num negócio, uma pequena empresa, como projeto de vida, quanto elas lutariam por ela. Quantas noites mal dormidas elas aceitariam em nome de um projeto no qual elas apostaram tantas fichas. Quantas chatices: conversas com o contador, prestação de contas, cobranças de clientes. Eu tenho certeza de que quase todos os que conheço aguentariam firme, com coragem, compromisso e foco para concretizar essa meta.

E questiono se essas pessoas investiriam esse mesmo tempo, essa mesma energia, se teriam tanta paciência e compreensão com os momentos difíceis dos relacionamentos que elas decidiram viver. Se elas também pensariam “isso é um projeto de vida, é algo que estou construindo e que nem sempre vai ser fácil ou divertido”. Será que as pessoas cuidariam dos seus amores de forma tão decidida quanto cuidariam do seu patrimônio?

Eu fico assustada. E acima de tudo, fico triste. Não acho a menor graça em ver meus amigos saindo de casa. Nunca vou olhar com naturalidade para o rompimento, para o velório dos sonhos a dois, para o enterro de tantos planos, de viagens não feitas, de histórias não vividas.

Sim, os problemas aparecerão. As pessoas interessantes aparecerão. A tampa da privada estará levantada. Os sapatos estarão no meio do caminho. A moça do trabalho estará mais arrumada do que a sua mulher na hora que acordou. Mas você não viu a moça do trabalho acordando. E o cara do trabalho não estará de moletom cinza e meia velha no sofá. Porque ele não faz isso no trabalho, só na casa dele. Sabe? É muito fácil- e muito juvenil- cair nessas ciladas.

Uma coisa é constatar, depois de muitas tentativas, depois de diálogo e de uma busca, sedenta e sofrida, por soluções, que o casal não quer mais seguir o mesmo rumo. Que os planos já não harmonizam. Que a música que está tocando já não é a mesma para os dois. É triste, mas pode acontecer e temos a sorte do século XXI nos dar todo aparato para não sermos escravos de relacionamentos mortos.

Mas acho mesmo que tem muito relacionamento indo para a forca quando poderia ter passado pela enfermaria, pelo pronto socorro, pela internação, pela UTI. Acho mesmo que tem muita gente que acorda esquisito um belo dia e resolve jogar tudo pro alto- seus sonhos e os sonhos do outro.

Acho mesmo que tem muita gente sendo egoísta, se comportando como crianças mimadas que se cansaram de um brinquedo mais antigo porque ele já tem alguma sujeirinha, perdeu alguma peça e porque tem um novinho lá na loja do shopping. Ou porque o brinquedo já precisa trocar a pilha, mas sabe como é, sair, comprar a pilha, abrir o pacote, substituir uma por uma… Dá trabalho demais. Esse brinquedo pode ficar no passado. O consumismo não ficou só nas prateleiras das lojas.

Não é por moralismo. Não é por respeito às instituições. É por respeito ao amor. É por respeito a quem dorme na nossa cama. É porque eu estou achando, cada vez mais, que somos uma geração mimada, que aceita os desafios da carreira, dos estudos e do dinheiro, mas que não tem saco nem para o primeiro desafio da convivência e que não tem tempo nenhum para “perder” na construção diária do amor.

– Texto por: Ruth Manus – Estadão

Sal Gastronomia, o restaurante do Chef Fogaça

Já comentamos no blog algumas vezes sobre o quanto gostamos de MasterChef. Toda terça feira aqui em casa é um evento sagrado, no qual preparamos guloseimas e nos acomodamos juntos empolgadíssimos em frente à tv da maneira mais confortável possível, para garantirmos as 3 horas de programa com toda a diversão a que temos direito!

Gostamos dos 3 jurados, mas nosso favorito é Henrique Fogaça, com sua irreverência e espontaneidade. Sempre tivemos muita vontade de conhecer os restaurantes de todos, mas o dele foi o primeiro que, de fato, conseguimos! Sabemos que ele tem mais do que um estabelecimento, mas o que fomos se chama “Sal Gastronomia”. Já tínhamos tentado ir nele há algum tempo, porém a espera  estava tão grande que foi encerrada, pois passaria do horário de fechar a casa. Nessa ocasião, acabamos indo conhecer o ICI Brasserie, outro restaurante que também acabou sendo uma grata surpresa.

(mais…)

As Filhas da Mãe, humor leve e descontraído.

3bb2e539-cb4a-458a-8937-02a46d7aac19

Recentemente fomos assistir à peça “As Filhas da mãe”, uma comédia leve e agradável que está em cartaz há mais de 30 anos e foi escrita por Ronaldo Ciambroni, um dramaturgo consagrado e o brasileiro que mais prêmios recebeu no cenário artístico, além do que, Ronaldo também participa como ator em várias produções.

Nós sinceramente não achamos que é o tipo de espetáculo para morrer de rir o tempo todo. Sua proposta de humor é mais inocente, despretensioso e natural, como se um grupo de amigos estivesse se divertindo e improvisando, sem ser apelativa e sem grandes preocupações com elementos técnicos, cenários, figurinos elaborados e etc.
Gostamos muito da abordagem simples e das boas atuações, com destaque para Luiggi Francesco e Ozamir Araújo, que estavam impagáveis como a mãe (Dalva Maria), e Brigite, respectivamente.
A trama narra a história de Deise Maria e Dalva Maria, duas irmãs, filhas de uma mãe viúva de meia idade, superprotetora e que tem como maior ambição de vida tornar as duas meninas, totalmente desprovidas de qualquer aptidão ou talento, atrizes famosas e prestigiadas, já que a mesma não conseguiu obter nenhum sucesso em sua trajetória no meio artístico. A confusão começa quando, frustradas com a insistência da mãe em obriga-las a participarem dos mais esdrúxulos testes, as duas meninas se desesperam e fogem.
Recomendamos pela tradição e moral, que traz à tona o amor materno e os valores familiares em sua forma mais pura e doce.

– A peça “As Filhas da Mãe” está em cartaz no Teatro Bibi Ferreira, que fica na Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Bela Vista, São Paulo – SP

Revista Exozine – Dicas de Paris e Especial Namorados

IMG_7474

A nova edição da Exozine está imperdível! Se você ama viajar, você vai se encantar com essa matéria! Continuamos com as dicas de viagem e dessa vez contando tudo sobre Paris. Foi lá que passamos a virada do último ano e mais alguns dias, fechando uma semana no total. Falamos também um pouquinho sobre as maravilhas do palácio e dos jardins em Versailles.

Adiantamos que nossas impressões foram muito positivas e que Paris já virou nossa cidade favorita da vida! Se você quer entender o porquê e ver várias outras informações e indicações de passeios, preços, hospedagem, transporte, vídeo de melhores momentos e muito mais, não deixe de ler nossa coluna!

Essa edição da Exozine também vai aquecer seu coração e você vai se emocionar com duas lindas histórias de amor nas homenagens especiais do Mês dos Namorados!

Alem disso, a Exozine desse mês traz ainda outras ótimas matérias e assuntos como: alimentação saudável, o hábito de beber refrigerantes e muito mais. Para ler a revista na íntegra e ficar por dentro de todos os detalhes e atualizações, basta fazer o download grátis do aplicativo da revista (na App Store ou Google Play) no seu smartphone ou tablet. Caso prefira ler no computador, clique aqui ou no banner no início do post. Curta também a fanpage da Exozine, sempre tem coisas legais por lá!

Se gostarem, curtam, compartilhem e comentem a opinião de vocês, isso nos ajuda muito na busca de inspirações e bons conteúdos! 😀

Namorar é…

unnamed

“Namorar é não saber onde começa você e termina o outro. Em qual parte daquele aconchego se perdeu a angústia que dilacerava a sua solidão. É quando a gente finalmente entende os motivos de tudo ter dado tão errado no dia de ontem e de todas as dores que nos prepararam para achegada do amor. Namorar é um estado de permanência. A gente casa, faz bodas, envelhece ao lado, mas não pode perder o namoro. O olhar apaixonado, o sorriso bobo, a necessidade de ir junto à vontade de ficar. Aquela cosquinha que te diz que vale a pena, que compensa deixar a ira de lado, que fazer as pazes sempre cai bem.

Namorar é aprender a ceder. A esquecer que existe ego, orgulho, superioridade e que nos transforma em seres humanos mais humildes. Capazes de aceitar e reconhecer falhas, de compreender os momentos do outro, de entender que, de fato, não somos obrigados a nada, mas que vez em quando é preciso renunciar.

Estar ao lado de alguém é um infinito de desapegos. De certezas, vontades, expectativas, de sonhos. A gente abandona velhos desejos para construir novos ainda mais mirabolantes. Adiciona-se um prato na mesa de jantar, um travesseiro na cama e uma interrogação no futuro.

Namorar é se perder.

Na saudade, na ansiedade, na demora das horas e no tempo. Abandonamos o juízo, o bom senso e o discernimento em prol daquele calorzinho que esquenta o peito quando fechamos os olhos para sonhar. Desistimos e nos rendemos no breve espaço do mesmo segundo. Eis o maior descompasso da vida: se relacionar. Justamente porque para nos orientarmos na nossa própria travessia precisamos viver o caos de uma vida a dois.

O relógio precisa caminhar no ritmo de duas pessoas para que um único sentimento possa fazer sentido. E cedo ou tarde faz. Quando o turbilhão de sentimentos dentro da gente entra em harmonia, enfim o carrossel da vida em conjunto equilibra seu passeio. Amamos. Conhecemos o amor.

Namorar é um aprendizado diário. Sobre nós, sobre o mundo, sobre alguém. Vai muito além do beijo na boca, do abraço apertado e da gargalhada no rosto. Envolve um encontro de almas que precisam evoluir. Transcender aquilo que entendem como verdade absoluta para conhecerem a realidade do que significa parceria.

É dar as mãos, os pés, o corpo inteiro e ainda assim querer se doar mais. Uma entrega que não tem início, fim ou meio termo, ela simplesmente é. Dia após dia, segundo após segundo.

Amar é viver o outro em sua imensidão e só então compreender um pouco sobre si. Encontrar-se em olhares alheios. Descabelada, desnuda, descalça. Humana.”

Texto por: Danielle Daian.

Tiro Esportivo em Casal na Academia Centaurus

No dia do nosso passeio em Cotia, depois de desbravarmos o templo Zu Lai, fomos também ao clube de tiro Centaurus. Apesar de escolhas de entretenimento um pouco contraditórias, considerando que uma delas é um templo de paz e a outra uma academia voltada para algo que, dependendo da circunstância pode ser considerado perigoso, queremos deixar claro que no nosso caso, trata-se de tiro esportivo e não apoiamos nenhum tipo de caça com armas ou quaisquer outras modalidades que possam ser consideradas nocivas ou violentas de alguma forma. O tiro esportivo é algo muito mais focado em concentração e tranquilidade do que se pode imaginar.

(mais…)