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Olá Pessoal, tudo bem?
Hoje eu, Daphne, venho trazer aqui para vocês nosso (meu e do meu namorado) parecer sobre o filme “Invocação do mal” que assistimos nesse fim de semana.
A Michele e o Éder não foram porque pegamos uma sessão de domingo beeem tarde da noite, rs…
Suspense e terror é nosso gênero favorito e já estávamos ansiosos pela estréia deste filme fazia algum tempo. Inclusive soubemos que a pré estréia dele aqui no Brasil foi super restrita e criativa, num casarão antigo todo ambientado com pessoas fantasiadas de fantasmas, e que inclusive contou também com a presença de um padre exorcista formador de opinião entre os convidados.

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NOSSA OPINIÃO:
Já faz tempo que, sinceramente, não encontro filmes bons de verdade para assistir no cinema… Creio que os últimos tenham sido “Django” e “Os Miseráveis”…
De terror/suspense então, nem se fale… Estávamos bem carentes de uns sustos e de todo aquele climão tenso que só os efeitos cinematográficos podem nos proporcionar, rs… Por isso, creio que nossa expectativa à respeito de “Invocação do mal” estava bem alta. Ainda mais porque eu, como amante desse gênero já conheço e acompanho de longa data, a história real do casal principal.

Gostamos muito do filme e da forma como ele nos prendeu o tempo todo. Isso é muito típico do diretor, James Wan, que é o mesmo de Jogos mortais, sobrenatural e outros do gênero… Ele sabe bem como adaptar e encaixar a trilha e os efeitos sonoros perfeitamente para que o áudio seja parte natural e essencial de cada cena.
A fotografia escura ou puxada para tons frios e cinzentos na maior parte do tempo em que os fenômenos ocorrem, deu um toque apropriado e sombrio para as cenas, mas não ficou clichê ou cansativo, já que não houve exageros. E além disso nos momentos felizes ou mais leves, a mudança na iluminação deixando tudo mais quente e acolhedor, também era óbvia. O figurino e ambientação de época dos anos 70 também estavam muito bons.
As atuações estavam ótimas, com destaque para Vera mãe da ófã Farmiga, Patrick Wilson e Lili Taylor, já consagrados nesse tipo de filme por suas atuações anteriores. Achei Ron Livingston um pouco inexpressivo e “apagado”, mas vai ver ele estava em choque com toda aquela situação apavorante, rs…

Esperávamos um pouquinho mais do roteiro em geral, porque como tem censura, pensamos que teriam cenas mais pesadas e tal… Não que não tenha, ou que seja fraco… Pelo contrário, acho que o objetivo dele, de fato, era focar na veracidade dos fatos e no suspense, nao no “terror trash” exagerado… Mas ainda assim, para nós que somos doidos assistimos MUITA coisa desse tipo, faltou um pouco mais de “violência” rs…
E pensei que falariam mais da vida e da história do casal Ed e Lorraine Warren, investigadores paranormais reconhecidos mundialmente (inclusive pela igreja católica, apesar de não terem nenhum vínculo religioso) por terem ajudado centenas de pessoas (mais de 10.000 casos) no âmbito espiritual e paranormal durante 50 anos. Mas se prenderam nisso de forma secundária, dando maior destaque para apenas um dos casos em que o casal auxiliou.

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Os verdadeiros Ed e Lorraine Warren.

Esperamos que tenha uma continuação, e que mostrem mais casos e a história deles também em outros filmes porque vale a pena, ainda mais sendo real.

Imagem de Amostra do You Tube

 

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