Categoria: RELACIONAMENTO

Pare de ser mimado e lute pelo seu relacionamento!

 

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Uma vez li em algum lugar que os relacionamentos são como as casas: quando uma lâmpada queima você não muda de casa, você troca a lâmpada. Nunca esqueci disso. Sobretudo porque às vezes acho que as pessoas não estão tendo saco para trocar lâmpadas, nem para cuidar de casa nenhuma.

Claro que não venho aqui com um discurso antiquado e equivocado, dizendo que as pessoas devem aceitar viver em relacionamentos infelizes. Isso nunca. A vida é muito curta. O que venho me perguntando é se as pessoas não estão jogando a toalha cedo demais.

Me pergunto se as pessoas não estão confundindo os relacionamentos da vida real com os dos finais de filmes. Até porque os filmes não se preocupam em nos mostrar que o “felizes para sempre” é uma construção permeada por alguns dias infelizes e não um conto de fadas hipócrita.

Fico pensando: se as pessoas investissem muito dinheiro num negócio, uma pequena empresa, como projeto de vida, quanto elas lutariam por ela. Quantas noites mal dormidas elas aceitariam em nome de um projeto no qual elas apostaram tantas fichas. Quantas chatices: conversas com o contador, prestação de contas, cobranças de clientes. Eu tenho certeza de que quase todos os que conheço aguentariam firme, com coragem, compromisso e foco para concretizar essa meta.

E questiono se essas pessoas investiriam esse mesmo tempo, essa mesma energia, se teriam tanta paciência e compreensão com os momentos difíceis dos relacionamentos que elas decidiram viver. Se elas também pensariam “isso é um projeto de vida, é algo que estou construindo e que nem sempre vai ser fácil ou divertido”. Será que as pessoas cuidariam dos seus amores de forma tão decidida quanto cuidariam do seu patrimônio?

Eu fico assustada. E acima de tudo, fico triste. Não acho a menor graça em ver meus amigos saindo de casa. Nunca vou olhar com naturalidade para o rompimento, para o velório dos sonhos a dois, para o enterro de tantos planos, de viagens não feitas, de histórias não vividas.

Sim, os problemas aparecerão. As pessoas interessantes aparecerão. A tampa da privada estará levantada. Os sapatos estarão no meio do caminho. A moça do trabalho estará mais arrumada do que a sua mulher na hora que acordou. Mas você não viu a moça do trabalho acordando. E o cara do trabalho não estará de moletom cinza e meia velha no sofá. Porque ele não faz isso no trabalho, só na casa dele. Sabe? É muito fácil- e muito juvenil- cair nessas ciladas.

Uma coisa é constatar, depois de muitas tentativas, depois de diálogo e de uma busca, sedenta e sofrida, por soluções, que o casal não quer mais seguir o mesmo rumo. Que os planos já não harmonizam. Que a música que está tocando já não é a mesma para os dois. É triste, mas pode acontecer e temos a sorte do século XXI nos dar todo aparato para não sermos escravos de relacionamentos mortos.

Mas acho mesmo que tem muito relacionamento indo para a forca quando poderia ter passado pela enfermaria, pelo pronto socorro, pela internação, pela UTI. Acho mesmo que tem muita gente que acorda esquisito um belo dia e resolve jogar tudo pro alto- seus sonhos e os sonhos do outro.

Acho mesmo que tem muita gente sendo egoísta, se comportando como crianças mimadas que se cansaram de um brinquedo mais antigo porque ele já tem alguma sujeirinha, perdeu alguma peça e porque tem um novinho lá na loja do shopping. Ou porque o brinquedo já precisa trocar a pilha, mas sabe como é, sair, comprar a pilha, abrir o pacote, substituir uma por uma… Dá trabalho demais. Esse brinquedo pode ficar no passado. O consumismo não ficou só nas prateleiras das lojas.

Não é por moralismo. Não é por respeito às instituições. É por respeito ao amor. É por respeito a quem dorme na nossa cama. É porque eu estou achando, cada vez mais, que somos uma geração mimada, que aceita os desafios da carreira, dos estudos e do dinheiro, mas que não tem saco nem para o primeiro desafio da convivência e que não tem tempo nenhum para “perder” na construção diária do amor.

– Texto por: Ruth Manus – Estadão

Namorar é…

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“Namorar é não saber onde começa você e termina o outro. Em qual parte daquele aconchego se perdeu a angústia que dilacerava a sua solidão. É quando a gente finalmente entende os motivos de tudo ter dado tão errado no dia de ontem e de todas as dores que nos prepararam para achegada do amor. Namorar é um estado de permanência. A gente casa, faz bodas, envelhece ao lado, mas não pode perder o namoro. O olhar apaixonado, o sorriso bobo, a necessidade de ir junto à vontade de ficar. Aquela cosquinha que te diz que vale a pena, que compensa deixar a ira de lado, que fazer as pazes sempre cai bem.

Namorar é aprender a ceder. A esquecer que existe ego, orgulho, superioridade e que nos transforma em seres humanos mais humildes. Capazes de aceitar e reconhecer falhas, de compreender os momentos do outro, de entender que, de fato, não somos obrigados a nada, mas que vez em quando é preciso renunciar.

Estar ao lado de alguém é um infinito de desapegos. De certezas, vontades, expectativas, de sonhos. A gente abandona velhos desejos para construir novos ainda mais mirabolantes. Adiciona-se um prato na mesa de jantar, um travesseiro na cama e uma interrogação no futuro.

Namorar é se perder.

Na saudade, na ansiedade, na demora das horas e no tempo. Abandonamos o juízo, o bom senso e o discernimento em prol daquele calorzinho que esquenta o peito quando fechamos os olhos para sonhar. Desistimos e nos rendemos no breve espaço do mesmo segundo. Eis o maior descompasso da vida: se relacionar. Justamente porque para nos orientarmos na nossa própria travessia precisamos viver o caos de uma vida a dois.

O relógio precisa caminhar no ritmo de duas pessoas para que um único sentimento possa fazer sentido. E cedo ou tarde faz. Quando o turbilhão de sentimentos dentro da gente entra em harmonia, enfim o carrossel da vida em conjunto equilibra seu passeio. Amamos. Conhecemos o amor.

Namorar é um aprendizado diário. Sobre nós, sobre o mundo, sobre alguém. Vai muito além do beijo na boca, do abraço apertado e da gargalhada no rosto. Envolve um encontro de almas que precisam evoluir. Transcender aquilo que entendem como verdade absoluta para conhecerem a realidade do que significa parceria.

É dar as mãos, os pés, o corpo inteiro e ainda assim querer se doar mais. Uma entrega que não tem início, fim ou meio termo, ela simplesmente é. Dia após dia, segundo após segundo.

Amar é viver o outro em sua imensidão e só então compreender um pouco sobre si. Encontrar-se em olhares alheios. Descabelada, desnuda, descalça. Humana.”

Texto por: Danielle Daian.

Case-se Comigo Todos os Dias!

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Case-se comigo. Com meus olhos, minha boca. Ou melhor: deixe meu olhar casar com o teu e nossos sorrisos serem felizes para sempre. Esqueça as alianças e os convidados: seremos só nós dois. Não precisamos de padre, festa ou altar. Não queremos promessas, quem dirá, então, um carro clássico de filme hollywoodiano. Eu não escolherei a maquiagem mais bonita, nem provarei o vestido mais caro, não me atrasarei de propósito e nem sem querer. Não faremos votos ou lua de mel, apenas sairemos da cidade, cantando juntos nossa música favorita e essa será nossa maior declaração. Case-se comigo porque sim. Sem explicações, simplesmente porque acredita no mito do amor a primeira vista ou na lenda de aprender a amar dia após o outro, mais e mais.

Case minha piada com a sua risada, sua mão com a minha cintura, meu orgulho com o seu pedido de desculpas e sua boca com a minha nuca. Esqueça o cartório, a união de bens e a formalidade. Eu não me importo de ser surpreendida com um pedido feito de joelhos num jantar à luz de velas, ou de eu pedir a sua mão enquanto caminhamos pela orla da praia num finalzinho de tarde qualquer, espontaneamente. Isso não é de fato relevante. Vamos nos casar sem avisar ou deixar recados. Vamos nos casar sem planejar a data. Ou melhor: vamos casar todos os dias, em silêncio, apenas cruzando olhares e delineando os traços um do outro. Case-se comigo com a sabedoria que você carrega nas costas, dizendo que só faz o que realmente gosta.

Case nossas intimidades, nossos desejos e nossas ideias. Sintonize nossos desequilíbrios, iguale nossas diferenças que pequenas sempre serão. Faremos um brinde ao nosso tão próximo futuro e declaremos guerra aos que vão contra nosso tão sonhado casamento. Nunca nos arrependeremos, pois saberemos que casar vai além de qualquer estado civil ou anel de ouro. Saberemos que casamos sem precisar ir a igreja, sem nem mesmo concordar em permanecer na saúde ou na doença. Case-se comigo sem medo do divórcio ou da morte que venha a nos separar algum dia, apenas diga sim e o final a gente inventa.

– Texto por: Mariana Sanches Moraes 

Um pequeno milagre

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“Acho que todo divórcio é uma pequena tragédia. Vai ser melhor pros dois. Estávamos brigando demais. Não dava mais pra aguentar. Encontrei outra pessoa. Existem sempre motivos. Mas isso não me impede de achar uma pena. Toda separação é uma tristeza. Uma lastima não ter dado certo.

Eu acho sempre que eles ainda se amam. Tenho certeza que amaria minha mulher para sempre. Procuraria em outras o jeito dela. Tentaria repetir com outras as nossas histórias. As nossas viagens. As vezes que eu comprava rosas às segundas-feiras. As vezes que ela me ensinou a comer sushi. Acredito que eu amaria pra sempre o que vivemos juntos.

Não consigo me imaginar morando longe das minhas filhas. A procura por apartamentos, todos caros e pequenos. Uma vergonha ao explicar que estou indo morar em outro lugar. A primeira vez chegando em casa do trabalho, a falta do barulho que elas faziam. A primeira noite longe delas. O primeiro fim de semana sem ninguém. Deve dar um arrependimento.

Acredito que toda separação é uma pequena tragédia porque acho que pessoas podem mudar. Recomendo que mudem. Acho que homens podem descobrir o prazer de abandonar tudo pela família. Trabalhar menos, sair menos pra beber, ser mais carinhoso, respeitar mais a mulher. Sou a favor de chances. De ultimatos. De não aguento mais. De ou você muda ou a gente se separa. De me desculpa. De quero voltar. De não sei viver sem você. De vou mudar. De você mudou mesmo. De eu te amo.

A gente se separa porque quer estar sempre em outro lugar. E nos outros lugares fica procurando outras coisas. E outras pessoas nas pessoas que estão conosco. Acho que todo divórcio é uma pequena tragédia. E toda paixão duradoura é um pequeno milagre.”

– Texto por Marcos Piangers

Dicas para o jantar romântico perfeito – Em parceria com Westwing

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Um relacionamento amoroso é diariamente construído com muito amor, carinho, cumplicidade e compreensão. As experiências negativas na maioria das vezes também fazem parte do aprendizado e ajudam a moldar o caráter e a maturidade de cada indivíduo e do casal como um todo.
Outro ponto importante a ser trabalhado para que um relacionamento evolua sempre feliz e dinâmico, são os detalhes e pequenas surpresas do dia a dia que podem dar aquela quebrada na rotina! Uma mensagem romântica inesperada, uma massagem carinhosa depois de um dia cheio, um jantarzinho a dois e esse tipo de coisa.
Pensando exatamente nisso, criamos em parceria com a Westwing as melhores dicas para que aquele jantar romântico possa ser ainda mais inesquecível do que você planejou e surpreender o seu amor da melhor maneira possível, porque são os detalhes que fazem a diferença.
Fazer uma refeição para alguém é uma forma de demonstrar amor. O carinho que colocamos no planejamento e na execução de uma noite romântica é algo muito especial, ainda mais quando podemos desfrutá-la com a pessoa amada. Por isso, selecionamos ideias simples e receitas práticas para que você consiga aproveitar a noite ao máximo!

  • Como Decorar a Mesa?

Para criar uma atmosfera romântica, aposte em arranjos de flores, castiçais e no vermelho. A cor pode aparecer em detalhes como toalhas, guardanapos, pétalas de flores, coraçõezinhos de papel e fitas.

Lembre-se: para ocasiões especiais, use louças especiais. Coloque na mesa seus pratos mais bonitos, suas taças mais elegantes, guardanapos de tecidos e tudo organizado de forma charmosa e interessante. Certifique-se de utilizar uma toalha limpa e bonita. Aposte também em diminuir a luz artificial e acender algumas velinhas na mesa e pela casa.

Se você optar por um jantar realmente chique, preste mais atenção a detalhes sobre: como colocar a mesa de forma correta, quais talheres e taças usar, como dobrar e dispor guardanapos, etc.

Jantar Romantico

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Hábitos Saudáveis no Relacionamento + Presentes da Loja Apaixonados

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Aqui em casa, nós adoramos deixar bilhetinhos, docinhos e surpresas escondidas em algum cantinho que sabemos que será descoberto pelo outro em breve. Gostamos de fazer isso para deixar nossa rotina mais divertida, doce e leve. Nada como chegar do trabalho depois de um dia cansativo, acender a luz do banheiro e encontrar um post it com uma mensagem fofa colado no espelho, ou ainda, abrir a geladeira e ver um docinho diferente com um bilhete junto. Enfim, é importante que existam pequenas demonstrações de afeto assim do nada, apenas para celebrarem a união e trocarem carinhos independente de datas ou ocasiões especiais. Esse tipo de hábito é saudável, alegra o dia e estreita os laços!

Com o natal se aproximando, temos uma dica super fofa para os casais que, assim como nós, adoram aproveitar qualquer oportunidade para fazer um agrado e surpreender com um presentinho romântico. Recentemente recebemos alguns mimos da Loja Apaixonados.
A Loja Apaixonados vende produtos exclusivos para casais. É uma coisa mais linda que a outra, tudo perfeito para presentear seu amor de forma criativa e divertida!

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A demonstração de amor mais linda que você já viu!

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Se tem uma coisa que sempre concordamos, é em fazer o possível para mantermos os detalhes e pequenos prazeres do nosso relacionamento. Acreditamos muito no poder do hábito, no respeito e acima de tudo no amor! Hoje vimos um caso que nos emocionou e nos mostrou que existem outras pessoas que também pensam como nós! Confiram um pouquinho da história de Jack Potter e Phyllis.

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