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O que achamos de Aliança do Crime

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Fim de semana passado fomos ao cinema assistir Black Mass, ou Aliança do Crime no Brasil. Esse filme conta a historia real do criminoso James Bulger, mais conhecido como Jimmy Whitey, um mafioso regional e sem muito glamour.
Jimmy esteve preso em Alcatraz e assim que voltou, começou a se envolver novamente com todo tipo de   problema, drogas e gangues. Tudo começa a tomar um rumo diferente quando Bulger recebe uma proposta de um antigo conhecido, agente do FBI.
Jimmy possuía um grande poder de manipulação e uma presença muito marcante, destemida e soturna.
Achamos o filme muito interessante e com fortes influências do estilo de Scorsese. Confessamos que nossa curiosidade inicial, foi pela caracterização do Johnny Depp, que está irreconhecível. O ator faz magnificamente o papel de Jimmy Bulger e consegue trazer mais uma vez vida própria e personalidade para um personagem.
O restante dos atores também trabalhou muito bem. Nomes como Kevin Bacon, Benedict Cumberbatch, Peter Sasgaard, Dakota Johnson e Joel Edgerton integram o elenco e garantem veracidade ao roteiro.
As cenas eram cruas e realistas e a trama pareceu seguir à risca a biografia do verdadeiro Jimmy, muitas vezes dividido entre seu lado humano e o sadismo.
A fotografia fria e a trilha sonora moldada às ações cruéis e insanas do personagem deram um toque especial à produção, que se passa em meados dos anos 70.
Aliança do Crime é para quem gosta de filmes de máfia e biografias. Não é uma produção cheia de efeitos especiais então pode tranquilamente ser visto em casa, numa noite chuvosa e com bastante pipoca.

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A Entidade 2: O que achamos do filme

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Ói nós aqui outra vez para falar de filme de terror, rs.
O escolhido da vez foi A Entidade 2 e já estávamos há algum tempo na expectativa, pois assistimos o 1 em 2013 e gostamos bastante.
Dos mesmos produtores de Sobrenatural, a história tem como pano de fundo alguns acontecimentos misteriosos acometendo várias famílias e mostrando pontos em comum entre todas elas e como a tal entidade se aproveita das mesmas para alcançar seus objetivos diabólicos, que não vamos detalhar aqui para não dar spoiler.

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Sobrenatural: A Origem

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Fim de semana passado fomos ao cinema para assistir um dos filmes mais aguardados por nós, Sobrenatural: A Origem!
Já mencionamos aqui algumas vezes o quanto adoramos filmes de terror e suspense (Para ver a crítica do segundo filme, clique aqui) e na nossa opinião, essa franquia tem sido uma das mais interessantes e aterrorizantes da atualidade.

Esse longa assim como os anteriores,  tem uma equipe técnica respeitável no gênero, com nomes como James Wan e Oren Peli na produção. Mais uma vez foi possível amarrar toda a trama e linkar as histórias dos três filmes de forma natural, sem parecer que se aproveitaram do sucesso inicial para criarem sequências.
O roteiro é interessante e foge, não de todos, mas, da maioria dos clichês. Prendeu nossa atenção e explicou algumas coisas dos dois primeiros filmes.
A fotografia e ambientação também não deixaram a desejar e trouxeram muitos elementos fantasmagóricos e iluminações macabras.
A trilha sonora desse filme é sempre muito característica e como já imaginávamos, também estava ótima. Mal podíamos esperar para ouvir o desesperador ápice da música principal.
As atuações foram corretas. A protagonista é uma jovem que perde a mãe e se mete numa bela enrascada tentando fazer contato com ela por conta própria pelo mundo dos mortos. E Dermot Mulroney, que faz o pai da menina, representa bem o pavor de um pai viúvo de dois (um deles literalmente encapetado) adolescentes.
Lin Shaye está de volta nesse terceiro longa, para contar mais sobre si mesma e merece destaque pelo carisma e pelos diálogos e cenas legais que protagonizou.

Em geral, para quem curte o gênero, Sobrenatural é um ótimo filme, indicamos para assistir agarradinho com alguém, hehe. Confessamos ter gostado mais dos dois primeiros, mas ainda assim foi porque estavam acima da média mesmo.
Confiram mais detalhes no trailer:

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nossa nota8

Divertida Mente – Uma Animação Para Todas as Idades

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Fazia um tempão que não íamos ao cinema para assistir uma animação. Ultimamente nenhuma havia nos despertado tanto interesse quanto Divertida Mente, que vem sendo elogiadíssima.
O filme é da Pixar, então já esperávamos que fosse bonito e bem feito, mas o que não esperávamos é que ele fosse também tão didático e recomendável até mais para adultos do que para crianças.
Ele trata de temas como adolescência, psicologia, valores, sentimentos e até mesmo de depressão e de como entender e lidar com tudo isso. Mostra também como essas coisas são sintetizadas e assimiladas no cérebro tanto de quem emite a mensagem quanto de quem a recebe.
De forma bem humorada e simpática, conhecemos as emoções responsáveis por tudo que nos acontece e entendemos exatamente qual o papel e importância de cada uma delas na nossa cabeça.
Durante o filme, somos levados numa viagem de auto-conhecimento que nos faz relembrar momentos vividos anteriormente e que pareciam empoeirados e esquecidos num cantinho da mente. É uma sensação doce, nostálgica e que nos faz sentir bem!
A trilha sonora é delicada e acompanha as cenas de forma leve e agradável.

Divertida Mente é um filme muito bem produzido e os efeitos são de encher os olhos. Vale a pena conferir!

 

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nossa nota8

Jessabelle – O Passado Nunca Morre

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Achamos o nome desse filme bem cafona, nada criativo e ainda parecido com o já batido Annabelle. Mas decidimos assistir, porque a sinopse parecia legalzinha. Além disso, fizeram uma pegadinha para promover o filme, que despertou nossa curiosidade, já que ele saiu há algum tempo e só agora é que resolveram ‘reciclar’ nos cinemas brasileiros.

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Por fim, o filme foi melhor do que esperávamos. Não foi aquela coooisa que você diz:
– Nossa! Que produção, que roteiro… E essas atuações então? Sensacionais!
Não! Mas foi ok. Prendeu a atenção, teve um clima legal de suspense sem tantos clichês e mostrou uma ambientação interessante, na qual seria impossível não lembrar de “A Chave Mestra”, um outro filme de terror muito bom do qual esse parece ser o “primo pobre”, rs.

Jessie é o nome da protagonista, e o filme conta sobre como ela é uma pessoa azarada e só se f*** na vida. Depois de um grave acidente de carro, no qual ela perde o namorado, única pessoa próxima que tinha, Jessie se vê presa numa cadeira de rodas, sem dinheiro e sem ter a quem recorrer e é obrigada a ligar para o pai, que não via há muitos anos, para que ele viesse buscá-la no hospital.
A garota vai então morar com ele, que é claro, vive numa casa daquelas bem estranhas, antigas e nada convidativas num lugar afastado onde inclusive a cultura vodu é bem forte. A sua relação distante com pai ajuda no climão, já que ele parece ser uma pessoa introspectiva, solitária e de poucas palavras. Nessa casa, Jessie fica no quarto que pertenceu à sua falecida mãe e encontra algumas fitas de vídeo mofadas e esquisitíssimas feitas por ela. Para quem não conhece, vídeo cassete era um aparelho pré histórico que se conectava às tv, e no qual era possível introduzir caixinhas pretas chamadas fitas que reproduziam vídeos, mais ou menos como os dvds ou pendrives de hoje em dia, rsrs. Jessie começa a assistir às fitas e então as coisas acontecem: visões, ruídos, alguns sustos e todas aquelas coisas de filme de terror. É o espírito da misteriosa Jessabelle que chegou para atormentar e por alguma razão quer Jessie fora da casa!
Dá uma agonia dos infernos ver tudo acontecendo com ela sem que ela possa correr, descer/subir escadas  ou fazer qualquer coisa para fugir. A cadeira de rodas foi um objeto bastante sinistro e imprescindível para complementar a originalidade da ambientação.

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O que achamos de Mad Max: Estrada da Fúria

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Nós amamos ir ao cinema, mas quase nunca para ver filmes de ação, o novo Mad Max foi uma exceção! Quando soubemos do lançamento até rolou uma vontade de ver, mas como não tínhamos assistido à franquia antiga, preferimos aguardar um pouco para ver como seria a repercussão. E eis que Mad Max caiu nas graças do público e foi super bem aceito e elogiado. Demorou pra publicarmos esse post aqui e Mad Max já deve até ter saido de cartaz, rs. Mas de qualquer forma, como gostamos bastante, fica aí o registro e a dica para quem ainda estiver afim de ver, seja no cinema ou em casa.

O filme mostra um mundo pós-apocalíptico e literalmente deserto onde pessoas reprimidas e imundas lutam para sobreviver implorando por água e outros recursos. Existem divisões de ‘tribos’ e líderes tiranos – mais ou menos como é hoje em dia, sabe? rs, só que mais extremo – que negociam e controlam os recursos e as batalhas. Existem também aqueles que preferem não pertencer a grupo nenhum e se aventuram em viagens solitárias, como é o caso de Mad Max, que no meio de sua peregrinação é capturado por um desses grupos para servir de ‘bolsa de sangue’ para feridos de guerra. O líder local, Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne, que foi também vilão do primeiro Mad Max), domina a região com o trunfo de ser o detentor de uma grande reserva de água. Ele tem também diversos tipos de ‘funcionários’, como soldados, doadoras de leite e até mulheres selecionadas para garantirem sua linhagem, carregando seus herdeiros.
Tudo começa a sair do controle quando a Imperatriz Furiosa, uma das pessoas da confiança de Joe foge da aldeia em busca de libertação e justiça, e leva consigo algo de muito precioso para ele, que então reúne todo seu exército e vai atrás dela.
Max acaba involuntariamente envolvido nessa guerra e a partir dai começa o caos e a loucura! São inúmeras  e perigosíssimas perseguições com os carros mais insanos que se possa imaginar. Personagens icônicos e carismáticos, girl power sem frescura e aquele tipo de ação que não dá pra desviar os olhos da tela nem pra piscar!

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