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Teatro: O Caso dos Dez Negrinhos

Recentemente passamos por acaso na frente do teatro Brigadeiro e vimos um cartaz da peça “O Caso dos Dez Negrinhos”, de Agatha Christie. Aproveitamos que tinha uma vaga em frente, estacionamos o carro e fomos até o guichê pedir mais informações. Para nossa surpresa, tinha uma sessão para começar em 20 minutos e ainda tinha lugar! Compramos os ingressos e entramos para assistir!

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Agatha Christie é a autora mais lida do mundo, e a peça retrata um clássico da literatura de suspense: O Caso dos Dez Negrinhos. Mas não esperem uma adaptação perfeita, pois a própria Agatha Christie se encarregava de alterar trechos e finais de suas peças para que mesmo quem já leu o livro pudesse se surpreender ou enxergar os fatos por outra perspectiva.

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Hoje minha opinião é sobre uma peça teatral que fui assistir recentemente e que se chama: “O que o Mordomo Viu!”.

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Sinopse:
A famosa farsa do escritor inglês Joe Orton estreia no Brasil com versão e direção de Miguel Falabella.
A história gira em torno de Dr. Arnaldo, um psiquiatra tentando seduzir sua atraente secretária, Denise Barcca.
A peça começa com Denise sendo examinada pelo Dr. Arnaldo, durante uma entrevista de emprego. Como parte da entrevista ele a convence a se despir. A situação vai se tornando mais intensa à medida que a entrevista avança e quando sua esposa, Sra. Mirta, entra.
Neste momento ele tenta encobrir a sua atividade atrás da cortina. Sua esposa, no entanto esta sendo seduzida e chantageada por Nico, a quem prometeu o cargo de secretário, o que aumenta ainda mais a confusão.
A clínica do Dr. Arnaldo passa por uma inspeção do governo, que é liderada pelo Dr. Ranço, revelando então o caos na clínica. Situação que o Dr. Ranço usará para desenvolver um novo livro.
O espetáculo tem todos os ingredientes de uma brincadeira muito agradável: manias dos personagens, enredos tortuosos, confusão de identidades, portas batendo, roupas que desaparecem, e, acima de tudo, a sagacidade subversiva de Orton, que foi considerado um dos dramaturgos mais criativos do século XX.
E como se não bastasse, a versão brasileira e direção de Miguel Falabella, garante ao público uma dose de humor extra.

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